Peças sacras de museus Ibram em MG integram exposição do Masp

Obras dos acervos do Museu da Inconfidência, Museu Regional de São João del-Rei e do Museu do Ouro estarão expostas no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp), a partir do sábado (10). Os três museus fazem parte da rede do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) em Minas Gerais (MG).

A imagem de São Sebastião é uma das três obras do MRSJDR na exposição do Masp

A imagem de São Sebastião é uma das três obras do MRSJDR na exposição do Masp

As peças integram a exposição temporária Imagens do Aleijadinho, que apresenta a obra de Antônio Francisco Lisboa (1738-1814), uma das principais referências da arte sacra, do barroco e do rococó no Brasil, ativo em Minas de meados do século XVIII ao início do século XIX.

A mostra apresenta cerca de 50 obras, que incluem esculturas devocionais, além de mapas, gravuras, fotografias, pinturas e esculturas de viajantes e outros artistas, que contribuem para a compreensão do contexto e da influência do artífice mineiro na história da arte brasileira.

O Museu Regional de São João del-Rei, por exemplo, emprestou três imagens para a mostra: São Sebastião, São João Evangelista e São Francisco de Assis.

Já o Museu da Inconfidência, em Ouro Preto, emprestou quatro peças: duas esculturas Pastor de Presépio, um Anjo Tocheiro e uma imagem de Nossa Senhora do Carmo.

E o Museu do Ouro, em Sabará, emprestou uma escultura de Sant’ana Mestra. Todas as peças são do século XVIII e feitas em madeira policromada – algumas possuem ainda douramentos.

Em cartaz até 3 de junho, a exposição e o catálogo têm organização de Rodrigo Moura, curador-adjunto de arte brasileira do Masp. Saiba mais.

Texto e foto: Masp e MRSJDR/Divulgação
Edição: Ascom/Ibram

Bicentenário da morte de Aleijadinho é lembrado amanhã (18) em MG

A cidade de Congonhas (MG) se tornou conhecida em todo o mundo por abrigar a obra-prima de Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho (1730-1814): os Passos da Paixão de Cristo e os 12 profetas em pedra-sabão.

Considerado pela Unesco Patrimônio Mundial, o cenário será palco para o ápice das celebrações pelo bicentenário de morte do artista mineiro na terça-feira (18) – data de seu falecimento em 1814. Às 12h, os sinos de Congonhas vão dobrar em sua homenagem.

Suposto retrato póstumo de Aleijadinho por Euclásio Ventura (século XIX)

Suposto retrato póstumo de Aleijadinho por Euclásio Ventura (século XIX)

No mesmo dia, pela manhã, acontece em Ouro Preto (MG) reunião da Comissão Aleijadinho, criada por Ibram e Iphan em agosto passado, assim como acontece o Seminário Aleijadinho e Os Próximos 100 Anos no Santuário Nossa Senhora da Conceição – que contará com a presença do presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Angelo Oswaldo.

A Comissão Especial de Assessoramento sobre a obra de Antônio Francisco Lisboa, composta por três profissionais de notório reconhecimento nos aspectos histórico, artístico, tecnológico e jurídico-institucional, tem por objetivo subsidiar as instituições federais sobre medidas a serem adotadas para consolidar e promover o conhecimento e a proteção da obra do artista.

Um dos próximos passos para a preservação e divulgação do legado de Aleijadinho será a criação, através de convênio entre Ibram, Iphan e a prefeitura local, de um novo museu dedicado à obra do artista no município de Matosinhos (MG).

Na segunda-feira (10), Angelo Oswaldo já havia proferido, em São Paulo (SP), a palestra de abertura do Colóquio Aleijadinho 200 Anos, promovido pela Biblioteca Mário de Andrade, quando falou sobre o tema O significado de Aleijadinho para a cultura brasileira. Confira artigo de Oswaldo sobre Aleijadinho.

Iberê Camargo
A terça-feira também marca o centenário, neste caso de nascimento, de outro grande artista brasileiro, o pintor e gravurista gaúcho Iberê Camargo (1914-1994). Como parte das celebrações, a Fundação Iberê Camargo promove, de 19 a 21 de novembro, o seminário Iberê Camargo: século XXI, com três noites de debate a respeito da produção artística de Iberê e de seu legado. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram
Imagem: Internet/divulgação

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Comissão sobre a obra de Aleijadinho teve primeiro encontro em MG

Museu da Inconfidência expõe obras de Ismailovitch a partir de Aleijadinho

No ano do bicentenário da morte de Antônio Francisco Lisboa, O Aleijadinho, o Museu da Inconfidência, em Ouro Preto (MG), inaugura na sexta-feira (17,) a exposição A ceia brasileira de Ismailovitch – Homenagem ao Aleijadinho. Estarão expostos pinturas e desenhos do artista russo-brasileiro Dimitri Ismailovitch (1890-1976), feitos a partir de estudos sobre a obra do mestre do barroco mineiro.

Considerado exímio retratista, Ismailovitch é seguidor do realismo e a partir desta exposição retorna ao cenário artístico brasileiro após quatro décadas de ausência. Em um de seus principais trabalhos, Ceia – homenagem ao Aleijadinho, o artista faz uma reedição dos personagens de Aleijadinho nas figuras de Cristo e seus Apóstolos – alguns destes são os profetas de Congonhas, e outro tem a cabeça do São Jorge, presente na exposição de longa duração do Museu da Inconfidência.

Ceia: homenagem a Aleijadinho de Ismailovitch

Têm destaque, também, os estudos preparatórios reproduzindo os traços caligráficos das esculturas de Aleijadinho, um autorretrato, o Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas do Campo, a Igreja do Carmo de Ouro Preto, além de paisagens e casarios da cidade.

Com curadoria de Margareth Monteiro, Janine Ojeda, Eduardo Mendes Cavalcanti e Aldo Araújo, os visitantes poderão conferir a mostra na Sala Manoel da Costa Athaide, no Anexo I do Museu da Inconfidência, até 23 de novembro.

Pertencentes a uma coleção particular, as obras já estiveram expostas no Museu Villa-Lobos, situado no Rio de Janeiro, por ocasião da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) ano passado. O tour virtual pela exposição ainda está disponível. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram
Imagem: Divulgação Museu da Inconfidência

Comissão sobre a obra de Aleijadinho teve primeiro encontro em MG

Criada no dia 18 de agosto, com a publicação da Portaria Institucional Nº 1, de 14 de agosto de 2014, a Comissão Especial de Assessoramento sobre a obra de Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, foi instalada oficialmente na última quinta-feira (28), durante encontro em Belo Horizonte (MG).

Selo_Aleijadinho

Selo lançado pelos Correios em 1964 homenageia o mestre barroco

Participaram do encontro o presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Angelo Oswaldo, a presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Jurema Machado, e especialistas designados para compor a comissão.

Durante a primeira reunião de trabalho, foram traçadas as linhas gerais de atuação da comissão, que terá como atribuição subsidiar as instituições federais sobre medidas a ser adotadas para consolidar e promover o conhecimento e a proteção da obra de Aleijadinho – considerado o maior expoente da arte colonial no Brasil.

Os resultados esperados do trabalho da comissão incluem a atualização e consolidação da biografia e das fontes documentais existentes sobre Aleijadinho; a proposição de metodologia para a produção de catálogo geral da obra arquitetônica, monumental e escultórica do artista; e orientações sobre o alcance jurídico dos estudos e das medidas sugeridas.

Levantamento
Na primeira etapa, o trabalho da comissão será concentrado em promover o levantamento de todas as informações e documentos disponíveis sobre a obra de Aleijadinho.

“Já determinei ao nosso Departamento de Processos Museais que promova o levantamento de todas as obras musealizadas de Antônio Francisco Lisboa, que se encontram em museus de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo”, explicou o presidente do Ibram , Angelo Oswaldo.

As atividades da comissão serão monitoradas pelo Departamento de Processos Museais do Ibram e pelo Departamento de Patrimônio Material e Fiscalização do Iphan. Os resultados serão reportados ao Conselho Consultivo do Iphan e ao Conselho do Patrimônio Museológico do Ibram.

Composto por três profissionais de notório reconhecimento na temática que será objeto de trabalho da comissão e tendo a historiadora da arte Myriam Andrade Ribeiro de Oliveira como consultora ad hoc, o grupo poderá solicitar o apoio de especialistas para o atendimento de seus objetivos.

Texto: Ascom/Ibram
Imagem: Divulgação/Internet

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Portaria interinstitucional cria comissão especial para a obra de Aleijadinho

Portaria interinstitucional cria comissão especial para a obra de Aleijadinho

Publicada hoje (18), no Diário Oficial da União, a Portaria Interinstitucional nº 1, de 14 de agosto de 2014, na qual o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), instituições vinculadas ao Ministério da Cultura (MinC), criam uma Comissão Especial de Assessoramento sobre a obra de Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho (1738-1814).

Detalhe do Cristo carregando a Cruz: obra de Aleijadinho em Congonhas (MG)

Detalhe do Cristo carregando a Cruz: obra de Aleijadinho em Congonhas (MG)

O objetivo maior da comissão será subsidiar as instituições federais sobre as medidas a serem adotadas para “consolidar e promover o conhecimento e a proteção da obra do artista”, como a atualização e consolidação da bibliografia e das fontes documentais existentes; a proposição de metodologia para a produção de catálogo geral da obra de Aleijadinho; além de orientações sobre o alcance jurídico dos estudos e das medidas sugeridas, dentre outras possíveis tendo em vista a valorização e a proteção da obra do artista barroco mineiro.

A comissão será composta por três profissionais de notório reconhecimento dos temas, em especial nos aspectos histórico e artístico, tecnológico e jurídico institucional: Antonio Fernando dos Santos, Luciene Maria de Almeida Elias e Marcos Paulo de Souza Miranda.

A historiadora da arte e membro do Conselho Consultivo do Iphan, Myriam Andrade Ribeiro de Oliveira, será consultora ad hoc da Comissão, orientando os trabalhos da comissão, assim como reportando os resultados ao Conselho Consultivo do Iphan e ao Conselho do Patrimônio Museológico do Ibram.

A atuação dos membros da comissão, bem como da consultora ad hoc, será considerada prestação de “serviço público relevante” e não será remunerada. A comissão terá vigência de um ano e deverá apresentar relatórios parciais a cada três meses.

O monitoramento das atividades desenvolvidas ficará a cargo dos diretores do Departamento de Processos Museais do Ibram e do Departamento de Patrimônio Material e Fiscalização do Iphan. Caberá ainda às duas instituições arcarem com todos os custos necessários ao funcionamento da comissão, envolvendo deslocamentos, reprodução de documentos e outros, desde que devidamente justificados.

Texto: Ascom/Ibram
foto: Divulgação/Internet

Programação no Museu do Ouro marca bicentenário da morte de Aleijadinho

Museu do Ouro (MG)

Aleijadinho é lembrado pelo Museu do Ouro com serenata, palestra, missa e desfile

Entre os dias 21 e 23, o Museu do Ouro/Ibram, em Sabará (MG), realiza atividades em torno do bicentenário da morte de Aleijadinho (1738-1814), artista essencial do barroco brasileiro.

No dia 21, às 20h30, tem início no museu a concentração para Uma serenata para Aleijadinho, que irá percorrer ruas da histórica cidade mineira até a Praça Santa Rita, com a participação dos grupos Sonho e Serenata, Arautos da Poesia e Terceira Idade, além de poetas e moradores da cidade.

Já a palestra As portadas de pedra e o itinerário artístico de Antônio Francisco Lisboa será ministrada no dia 22, às 9h, no museu, pela professora de História da Universidade de Minas Gerais (UFMG) Adalgisa Arantes Campos. As vagas são limitadas e é necessário fazer inscrição para participar.

No domingo (23), a penúltima atividade programada  é uma Missa para Aleijadinho, que acontece na Igreja de Nossa Senhora do Carmo, às 8h30, com participação da Orquestra e Coral da Sociedade Musical Santa Cecília de Sabará. Às 10h, o desfile da Banda Lira da Paz pelas ruas de Sabará encerra a programação. Saiba mais sobre o Museu do Ouro.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação

Patrimônio: escultura de Aleijadinho volta para Ouro Preto após 40 anos

A cidade de Ouro Preto, em Minas Gerais (MG),  recebeu, na última semana, a estátua da Samaritana, obra atribuída a Aleijadinho (1738-1814) e que estava desaparecida há cerca de 40 anos. A obra está sob guarda do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan/MinC) e foi acomodada na reserva do Museu da Inconfidência/Ibram.

Escultura foi encontrada após quatro décadas

A escultura foi apreendida em Belo Horizonte por meio de uma ação conjunta entre o Ministério Público de Minas Gerais (MPPG) e o Ministério Público Federal (MPF). A peça, esculpida em pedra sabão e datada do final do século XVIII, pertence ao conjunto arquitetônico de Ouro Preto.

Segundo as investigações, a Samaritana faz parte de um chafariz instalado aos fundos de um casarão, onde atualmente está instalado o Museu Casa Guignard, e foi retirada no local de origem na década de 1950.

A peça faz parte do Monumento Nacional da Cidade de Ouro Preto e encontrava-se tombada pelo Iphan desde 1938, não podendo ter sido retirado do conjunto a que pertencia, implicando em mutilação do bem protegido.  Por isso, em ação civil pública proposta pelo MPPG e MPF, foi pedida liminarmente a busca e apreensão do bem, que ficará sob guarda do Iphan até o final do julgamento. Saiba mais.

Texto: Divulgação MPMG
Edição: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação/SEC-MG

Homenagem ao Aleijadinho no Museu Villa-Lobos (RJ)

O Museu Villa-Lobos/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ), está como uma exposição concebida especialmente para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) – que ocorreu no final de julho na cidade. A exposição poderá ser visitada até 30 de setembro. Saiba como chegar ao museu.

A Ceia brasileira de Ismailovitch – homenagem ao Aleijadinho, com curadoria de Eduardo Cavalcanti, reúne três pinturas e 14 estudos preparatórios do pintor Dimitri Ismailovitch (1890-1976) para o quadro Ceia – Homenagem ao Aleijadinho (1945), considerada a obra-prima do artista russo-brasileiro, que tornou-se admirador da obra de Aleijadinho após uma visita a Ouro Preto (MG). A mostra também pode ser vista na internet por meio de um tour virtual.

O Artista
Ismailovitch chegou ao Rio de Janeiro em 1927, onde fez exposição individual na embaixada norte-americana. No Rio ele conheceu Graça Aranha, escritor modernista que o introduziu no meio artístico e intelectual.

Ainda na então capital da república, o artista participou do Salão Revolucionário de 1931, da Escola Nacional de Belas Artes, tendo participado, nos anos seguintes, por diversas vezes, do Salăo Nacional de Belas Artes, no Rio.

Naturalizou-se brasileiro em 1937. A convite de Villa-Lobos participou, com Di Cavalcanti e a pintora Maria Margarida Soutello, da ornamentação do bloco carnavalesco Sôdade do Cordão em 1940.

Segundo críticos, dentre as várias influências de Ismailovitch podem ser citadas a iconografia russa, a arte bizantina e persa, o cubismo, o art deco, as xilogravuras japonesas, a arte mexicana e marajoara. Notabilizou-se como retratista, embora tenha se dedicado à paisagem, à natureza morta, a arte sacra, aos estudos antropológicos, a documentação da flora e a abstração.

Texto: Ascom/Ibram
Imagem: Divulgação

Jornada Mundial da Juventude: arte e religiosidade ocupam museus Ibram

A cidade do Rio de Janeiro se prepara para receber a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), maior evento jovem da igreja católica. A JMJ acontece de 23 a 28 de julho e contará com a presença do Papa Francisco. A expectativa é que o evento receba mais de dois milhões de jovens de todo o mundo. No contexto, três museus ligados ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) realizam exposições que aproximam arte e religiosidade. Integrando a programação oficial da jornada, o Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) recebe a mostra A herança do sagrado. A exposição será aberta ao público no dia 10 de julho e fica em cartaz até o  dia 13 de outubro. Durante todo o período da exposição, o museu abrirá em horário diferenciado – de terça a domingo, das 9h às 21h – e terá entrada gratuita. Serão exibidas mais de 100 obras entre pinturas, esculturas, manuscritos e outras peças de arte sacra. Entre elas estão quadros de Leonardo Da Vinci, Michelangelo, Caravaggio, Pinturicchio, Perugino, Sassoferrato, Bernini, Correggio, Annibale Carracci, Guido Reni e Beato Angelico.

Oratórios pertecem ao acervo de museu mineiro dedicado ao tema

Barroco brasileiro Durante a JMJ, o MNBA também recebe a exposição Oratórios: relíquias do Barroco Brasileiro. O visitante poderá apreciar cerca de 115 oratórios, objetos e imagens sacras dos séculos XVII ao XX, pertencentes ao acervo do Museu do Oratório, instalado em Ouro Preto (MG), desde 1998. A mostra será inaugurada dia 16 de julho e fica em cartaz até o dia 18 de agosto. Os oratórios falam de usos, costumes e tradições; evocam hábitos e características do ciclo do ouro e dos diamantes; narram o processo de contribuições afro-luso-ameríndias que se fundem na formação cultural brasileira. A história da arte e da arquitetura se revela no conjunto dos oratórios, por meio da influência barroca, rococó e neoclássica. Até o final de 2013, a exposição itinerante chegará a outras cidades brasileiras. Visite a página do Museu Nacional de Belas Artes para mais informações. Tesouros do MHN Outra exposição relacionada ao tema religioso e que já está em cartaz no Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram) é A Arte à Serviço da Fé – Tesouros do Museu Histórico Nacional. Ela fica em cartaz até o dia 18 de agosto. Nos dias 25 e 26 de julho, das 14h às 18h, terá entrada gratuita. A mostra reúne cerca de 600 peças de sua expressiva coleção de arte sacra, entre as quais pinturas, esculturas em madeira e marfim, oratórios, e objetos da Capela Imperial. Abrem a exposição três esculturas em marfim  de origem luso-oriental e indo-portuguesa, do século XVII e XVIII. Elas fazem parte de uma coleção única no gênero no mundo, não apenas pela quantidade de peças (572 exemplares) como pela qualidade, da qual o público terá a oportunidade de conhecer inúmeros exemplares na exposição.

Visita à exposição no MHN será gratuita nos dias 25 e 26 de julho

Significativas também são as pinturas sobre madeira, realizadas na Bahia do século XVIII,  que  fazem parte de um conjunto de seis painéis utilizados nas procissões dos Passos da Paixão de Cristo, na época da Quaresma. Ao lado das pinturas baianas, um importante conjunto de esculturas policromadas e outro de oratórios do período colonial. Da Capela Imperial do Paço de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, os visitantes poderão apreciar o frontão do altar em madeira policromada, um conjunto de  toucheiros, cálice, custódia e sacras em prata. Saiba mais na página do Museu Histórico Nacional. Homenagem a Aleijadinho O Museu Villa-Lobos/Ibram também recebe uma exposição concebida especialmente para a Jornada Mundial da Juventude.  A Ceia Brasileira de Ismailovitch – Homenagem ao Aleijadinho reúne três pinturas e 14 estudos  preparatórios para esta que é considerada uma obra-prima do artista russo-brasileiro. A exposição reúne uma pintura do Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas do Campo (MG), um autorretrato, fotos e uma trilha sonora de Villa-Lobos, especialmente elaborada pela equipe do Museu Villa-Lobos, além de textos de Antônio Bento e Carlos Drummond de Andrade. Faça uma visita virtual a exposição. A abertura da mostra será no dia 22 de julho, às 19h, com a participação especial do Duo Márcio Mallard (Violoncelo) e Wagner Tiso (Piano) – diretor do museu. No recital, o violoncelo que pertenceu a Villa-Lobos, recentemente restaurado, será utilizado e serão executadas obras do compositor. A mostra fica em cartaz para o público de 23 de julho a 30 de setembro. Conheça a página  do Museu Villa-Lobos. Texto: Ascom/Ibram Fotos: Divulgação MNBA, MHN/Ibram Última atualização: 30.7.2013