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Museu Victor Meirelles inscreve para seminário sobre política de acervos

O Museu Victor Meirelles/Ibram, em Florianópolis (SC), realiza dia 20 de setembro, o 1º Seminário Política de Acervos. O encontro será realizado no auditório do Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina/Academia Catarinense de Letras (Av. Hercílio Luz, nº 523, Centro).

A participação é gratuita mas limitada à capacidade do auditório (120 lugares). As pré-inscrições devem ser realizadas até o dia 14 de setembro pelo endereço eletrônico reva@museus.gov.br, contendo nome completo, e-mail, telefone, formação e instituição, caso seja vinculado a uma. Veja a programação completa do seminário.

Dentre os objetivos do seminário estão o estímulo a reflexões e debates sobre os processos de formação, gestão e uso dos acervos públicos de bens culturais na atualidade; a ampliação do diálogo sobre os critérios éticos e profissionais concernentes à elaboração de Políticas de Acervos pelos museus, além de refletir sobre a relação entre museu e comunidade nos processos de aquisição e descarte de coleções museológicas.

A realização do encontro é resultado de trabalho desenvolvido pelo Grupo de Estudos sobre Política de Acervos – promovido pelo Museu Victor Meirelles desde o final de 2011. O seminário também pretende ampliar o número de participantes do grupo, transformando-o em um fórum contínuo de diálogos sobre o assunto.

Fonte: Divulgação Museu Victor Meirelles

 

MNBA prepara retrospectiva de Eliseu Visconti com obras nunca exibidas

A pintura Gioventú (1898), do acervo MNBA, estará em exposição

Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) inaugura no dia 3 de abril, a exposição Eliseu Visconti – A modernidade antecipada, com cerca 250 obras, entre pinturas, desenhos, cerâmicas e documentos do artista.

Após 63 anos da última retrospectiva do artista nos seus espaços, o museu exibirá obras que nunca foram vistas pelo público, nem mesmo por especialistas brasileiros em história da arte, que pertencem a 15 instituições e a 80 colecionadores particulares. O maior acervo de obras do artista, contudo, pertence ao MNBA.

Artista com grande presença na transição do Brasil Imperial para o Brasil Republicano, Eliseu Visconti antecipou a modernidade na arte brasileira, sem, no entanto, romper com suas origens nem com os artistas que o antecederam. Assim, a exposição tem por propósito redimensionar o legado de Visconti, situando-o como agente capital de tal modernização.

A produção de Eliseu Visconti é apresentada em toda sua extensão, desde o início de sua carreira, em 1888, época em que ainda fazia parte da Academia Imperial de Belas-Artes, até o seu falecimento, em 1944.

A retrospectiva é dividida por períodos e temas, em consonância com os trabalhos desenvolvidos pelo pintor e também designer. Entre eles estão paisagens, cenas de família, retratos, nus, temas históricos, painéis decorativos e objetos de design, além de desenhos e aquarelas.

Dentre as pinturas, destacam-se na exposição 25 autorretratos, dentre os mais de 40 que Visconti criou em seus 60 anos de produção. A exposição conta ainda com memorabilia variada (cadernos de apontamentos, documentos, fotografias e estudos), cenografia do ateliê do artista (cavalete, pincéis e paleta) e cronologia ilustrada.

A mostra tem curadoria dos historiadores de arte Rafael Cardoso e Mirian Seraphim, e de Tobias Stourdzé Visconti, neto do artista e responsável pelo Projeto Eliseu Visconti, criado em 2005 para preservar e divulgar a memória do pintor.

Texto e imagem: Divulgação MNBA/Ibram

Exposição Gente reúne 160 peças do acervo dos Museus Castro Maya no RJ

Desenho de Portinari para a série Dom Quixote estará exposto

No dia 28 de fevereiro, às 12h, os Museus Castro Maya/Ibram inauguram a exposição Gente - a segunda de uma trilogia que começou com Bichos (2008) e será finalizada com Mundo (prevista para 2014).

Com curadoria de Anna Paola Baptista, a exposição vai apresentar 160 peças dos acervos museológico, bibliográfico e arquivístico dos museus, incluindo pinturas, esculturas, desenhos, gravuras, fotografias, livros, medalhas, moedas e pedras litográficas.

Apresenta-se também um panorama sintético da história da representação da figura humana na arte. A mostra ocupará todo o Museu da Chácara do Céu, no bairro de Santa Teresa (RJ), e ficará aberta ao público até 30 de julho de 2012.

Durante a abertura, um artista estará fazendo caricaturas dos presentes e um “estúdio fotográfico” estará em funcionamento para os visitantes que desejarem ser fotografados. As fotos ficarão disponíveis na internet e serão incluídas na exposição digital, junto com imagens das peças presentes na exposição.

Além disso, uma turma de alunos de escola municipal foi convidada para a abertura e participa de atividades educativas. Também acontece durante a cerimônia o lançamento do blogue do Programa Educativo dos Museus Castro Maya.

Fonte e imagem: Divulgação Museus Castro Maya
Edição: Ascom/Ibram

Centro de Estudos e Documentação da Museologia completa primeiro ano

Completa um ano de criação, no dia 20 de janeiro, o Centro Nacional de Estudos e Documentação da Museologia (Cenedom), unidade do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC).

O Cenedom é responsável pela divulgação, conservação e ampliação das coleções documentais e bibliográficas do Ibram. Referência para o campo museal brasileiro, a unidade oferece serviços de consulta e estudo sobre o setor, além de ações de preservação da memória institucional do Ibram.

“É mais um passo para o enriquecimento da museologia brasileira”, definiu a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, durante a inauguração do espaço (foto), localizado na sede do Ibram em Brasília (DF), no dia 20 de janeiro de 2011.

Em pouco tempo de funcionamento, o Cenedom já conseguiu reunir um acervo expressivo de publicações especializadas sobre museologia e áreas correlatas. São atualmente 1.267 títulos entre livros, catálogos, folhetos, obras de referência, obras raras e multimeios. Outras cerca de 500 publicações serão incorporadas ao acervo ainda neste primeiro trimestre.

Além do acervo do próprio centro, o Cenedom é responsável pelo levantamento e integração do acervo bibliográfico dos 26 museus administrados pelo Ibram. Pesquisa realizada pela unidade em 2011 revelou que o acervo total desses museus se aproxima de 1 milhão de itens.

Mais do que repositório de publicações relacionadas ao campo museológico, o Cenedom tem atuado como centro de difusão de conhecimentos. Além de dar acesso a fontes e recursos de informações do campo museal, a unidade tem realizado intercâmbio de informações com entidades acadêmicas, centros de informações e a comunidade museal como um todo.

Texto: Ascom/Ibram

Assinado Acordo de Cooperação entre Ibram e Câmara dos Deputados

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) e a Câmara dos Deputados firmaram, no final do ano passado, um Acordo de Cooperação voltado à modernização e o desenvolvimento institucional e profissional dos servidores e colaboradores das duas instituições.

Assinado pelo presidente da Câmara, o deputado Marco Maia, e pelo presidente do Ibram, José do Nascimento Jr., o acordo prevê a realização conjunta de eventos, projetos e ações culturais e museológicas; a criação de condições para o acesso comum a acervos museológicos, arquivísticos e bibliográficos; e a realização de parcerias para o uso de espaços culturais e museológicos que sejam de interesse comum, entre outros.

Os dois órgãos têm agora 60 dias para apresentar um Plano de Trabalho com a descrição detalhada das ações conjuntas a serem realizadas.

Fonte: Ascom/Ibram

Projeto mensal prevê visita aos bastidores do Museu Imperial (RJ)

Os participantes do projeto O Museu Que Não Se Vê, desenvolvido pelo Museu Imperial/Ibram, tiveram a oportunidade de conhecer um acervo diferente no dia 18 de novembro: os itens relacionados à fotografia guardados nos setores técnicos.

A atividade fez parte do festival de fotografia Clic! Petrópolis, que acontece na cidade até 27 de novembro, e esteve integrada ao projeto mensal que revela os bastidores do Museu Imperial, apresentando os setores técnicos e o acervo que não fica exposto no palácio.

A edição especial apresentou ao público livros sobre fotografia, periódicos, álbuns, câmeras antigas e imagens capturadas com diversas técnicas fotográficas, como daguerreótipo e ambrótipo. Os participantes tiveram até mesmo a oportunidade experimentar um estereoscópico, técnica do início do século XX que permite visualizar fotografias em três dimensões.

Além do acervo da Biblioteca, do Arquivo Histórico e do Setor de Museologia, os visitantes conheceram o Laboratório de Conservação e Restauração, que preserva todo esse acervo, e o Projeto de Digitalização do Acervo do Museu Imperial (Projeto DAMI), que digitaliza e disponibiliza no site do Museu as coleções guardadas na instituição.

A participação no projeto é gratuita e pode ser agendada pelo telefone (24) 2245-4668 ou pelo e-mail mimp.someluz@museus.gov.br. São realizadas visitas toda última quarta-feira do mês, das 9h e das 14h. Mais informações aqui.

Texto e fotos: Divulgação Museu Imperial

Sociedade de Amigos doa peças para o acervo do Museu Imperial (RJ)

No dia 5 de novembro foram comemorados os 20 anos da Sociedade de Amigos do Museu Imperial (SAMI) - também Dia Nacional da Cultura. Para celebrar, foi realizada uma cerimônia na qual a associação presenteou o Museu Imperial/Ibram com peças para os acervos museológico, arquivístico e bibliográfico da instituição.

Para a Biblioteca, foi doada uma obra raríssima: Funcções do casamento de sua Magestade Imperial, o senhor Dom Pedro I° com a sereníssima senhora princesa Amelia de Leuchtenberg. O livro, datado de 1830, traz todo o serviço do casamento de d. Pedro I com sua segunda esposa, d. Amélia, além de poemas e dedicatórias escritas para os noivos.

O Museu recebeu ainda, para o setor de Museologia, um retrato de d. Leopoldina (foto), primeira imperatriz do Brasil. A pintura tem autoria e data desconhecidas, mas, pelos trajes, é possível identificar que d. Leopoldina foi retratada já como imperatriz, o que restringe o período entre 1822 e 1826, ano de seu falecimento.

Já o Arquivo Histórico foi presenteado com uma série de oito fotografias que formam um panorama em 360° de Petrópolis. As imagens foram capturadas em 1898 por Jorge Henrique Papf, a partir do Morro do Cruzeiro (conhecido atualmente como Morro dos Milionários) e incluem a cadeira na qual o imperador d. Pedro II costumava se sentar para apreciar a vista da cidade.

O presidente da SAMI, dr. Miguel Pachá, ressaltou a importância das sociedades de amigos de museus. “Essas associações são necessárias para que o museu possa desenvolver atividades além das possibilitadas pelo seu orçamento anual, como é o caso da aquisição dessas peças. Assim, mantemos os museus vivos”. Saiba mais.

Fonte: Divulgação Museu Imperial

Museu Imperial (RJ) recebe doação de Roupas Brancas

O Museu Imperial/Ibram recebeu como doação para seu acervo 91 peças das chamadas “roupas brancas”, que consistem em roupas de uso íntimo – todas datadas do século XIX e primeiras décadas do XX.

Na coleção, existem ainda camisolas, toucas, calçolas, camisinhas de pagão, lençóis, fronhas e toalhas de mesa. Os itens são confeccionados em cambraia de linho, fustão e rendas de diversos materiais.

A doação foi feita pelo casal Eduardo e Sônia Soares Sampaio, que descende de Heloísa Leal e Joaquim Elísio Pereira Marinho, viscondessa e visconde de Guaí. Entre as peças doadas, encontram-se artigos que pertenceram à viscondessa, como uma blusa e um lenço.

Segundo Ana Luisa Alonso de Camargo, chefe do setor de Museologia do Museu Imperial, “essa doação vem enriquecer ainda mais a coleção de indumentária do Museu e, em especial, de indumentária infantil”.

As peças serão preservadas na reserva técnica do Museu, sob responsabilidade do setor de Museologia. Mais informações sobre o setor e agendamentos para consulta ao acervo podem ser feitas pelo e-mail mimp.museologia@museus.gov.br/.

Fonte: Divulgação Museu Imperial/Ibram

Museus Ibram: centenas de obras circulam em exposições no Brasil e exterior

Peças do acervo MHN/Ibram estão na exposição Índia

Centenas de obras de acervos de museus ligados ao Ibram/MinC estão atualmente integrando exposições no Rio de Janeiro, São Paulo e na Bélgica, reforçando a importância destas coleções no contexto museológico nacional e internacional.

As exposições do Festival Europalia, que homenageia o Brasil este ano, ficam em cartaz por três meses na Europa e contam com importantes contribuições de seis museus integrantes da estrutura do Ibram/MinC: “o festival terá cerca de 20 exposições, sendo que 25% das obras são de acervos do Ibram”, destaca José do Nascimento Jr, Presidente do Instituto.

Dentre os destaques do Europália estão o quadro A Primeira Missa no Brasil, de Victor Meirelles, que faz parte do acervo do Museu Nacional de Belas Artes e retorna pela primeira vez à Europa após 150 anos de sua realização (1861).

Uma das peças de arte africana da coleção MNBA/Ibram

Além disso, 73 peças do Museu Nacional de Belas Artes (RJ) estão na exposição Onde Somos África?, que propõe um painel significativo da produção cultural africana, em cartaz de 22 de outubro a 27 de novembro na Caixa Cultural São Paulo. As peças cedidas envolvem esculturas, tecidos, objetos e máscaras produzidas pelas etnias Baulê, Fon, Yorubá, e Dogon.

Já outras dez peças da coleção do Museu Histórico Nacional (RJ) integram a exposição Índia  – em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro, de 12 de outubro de 2011 a 29 de janeiro de 2012. São três peças de mobiliário em madeira do século XIX e sete esculturas religiosas em marfim, integrantes da coleção Souza Lima – incorporada ao acervo do museu em 1940.

Texto: Ascom/Ibram

Acervo do Museu de Belas Artes (RJ) integra exposição sobre África

73 peças do acervo do Museu Nacional de Belas Artes/Ibram estão na exposição Onde Somos África?, que propõe um painel significativo da produção cultural africana, em cartaz de 22 de outubro a 27 de novembro, na Caixa Cultural São Paulo. A entrada é franca.

As peças cedidas envolvem esculturas, tecidos, objetos e máscaras produzidas pelas etnias Baulê, Fon, Yorubá, e Dogon. A participação na mostra reforça o caráter nacional do MNBA, atuando para além de suas fronteiras e fazendo circular entre outros públicos o seu acervo. Visite a página do Museu Nacional de Belas Artes para conhecer a programação atualizada.

Segundo os organizadores de Onde Somos África?, a exposição pretende apresentar a arte africana ao mesmo tempo em que situa esta cultura como parte importante na formação do povo brasileiro.

Fonte: Divulgação MNBA/Ibram

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