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7º Fórum Nacional de Museus é aberto em Porto Alegre

IMG_4943A abertura do 7º Fórum Nacional de Museus aconteceu na noite desta terça-feira (30) e reuniu cerca de 500 pessoas no auditório do Centro de Eventos da PUC, em Porto Alegre, entre profissionais, gestores, estudantes e acadêmicos do setor de museus.

Na abertura, Marcelo Mattos Araujo, presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), falou sobre as especulações sobre o eventual cancelamento do evento, diante da situação política em que o país se encontra. Ele ressaltou que as políticas públicas da área museológica foram construídas ao longo de décadas e configuram como uma conquista para o setor, que devem ser energicamente defendidas e que o Fórum é uma oportunidade de promover o debate para aprimorá-las. “Nosso compromisso é com as nossas instituições e é nesse sentido que este 7º Fórum acontece. Para debatermos os melhores caminhos para os museus brasileiros, que são um elemento importante da cultura brasileira”, declarou.

Entre os anúncios feitos durante a cerimônia, o público conheceu o resultado da parceira do Ibram com a Google Brasil que disponibiliza, no Google Arts Institute, imagens em alta resolução do acervo do Museu Histórico Nacional, Museu Nacional de Belas Artes, Museus Castro Maia, Museu Castro Maia e Museus Lasar Segall. Além disso, também foi anunciada a 4ª temporada do Conhecendo Museus, que apresentará os museus brasileiros divididos entre os temas Gastronomia, Ciência e Tecnologia, Moda e Imagem e Som. Continue lendo.

Museu do Banco do Brasil abre ao público amanhã (12) em Brasília

Acervos do Brasil: história, cultura e cidadania é a exposição que marca a abertura do Museu do Banco do Brasil neste dia 12 de outubro, em Brasília (DF).

Athos Bulcão, Volpi e

Obras de Athos Bulcão, Volpi e Rubem Valentim integram o acervo do novo museu em Brasília

Celebrando os 208 anos de fundação da instituição, o espaço de 12 mil m², que ocupa agora o mesmo edifício do Centro Cultural Banco do Brasil na capital federal, apresenta ao público documentos de valor histórico, cédulas, moedas, equipamentos e mobiliário. Há também peças de artes decorativas, pinturas, gravuras e esculturas.

Diversidade de coleções
O acervo do novo museu conta com 1,1 mil obras na coleção de artes visuais e decorativas; 727 nomes de artistas com obras registradas; 35 mil itens de valor histórico; mais de 16 mil títulos de livros; 20 mil registros fotográficos e audiovisuais e 5 mil dossiês documentais de valor histórico.

A primeira mostra está dividida em dois módulos: História, e Cultura e Cidadania. O módulo histórico traz peças ligadas às atividades nas dependências do Banco do Brasil.  Há ainda uma instalação em homenagem aos trabalhadores da instituição nestes dois séculos – que, atualmente, conta com 109 mil funcionários.

Já o módulo Cultura e Cidadania apresenta ao público parte do acervo de arte nacional: pinturas, gravuras e esculturas públicas de grandes dimensões, abrangendo múltiplas expressões da arte brasileira do século 20, em especial da produção realizada entre as décadas de 1940 e 1980 – indo do Modernismo ao Abstracionismo.

No dia da abertura (12), a exposição poderá ser visitada das 10h às 19h. A partir do dia 13, o horário passa a ser das 13h às 19h, de quarta a segunda-feira. Mais informações pelo telefone (61) 3108.7600. Saiba mais.

Fonte/foto: Divulgação BB
Texto: Ascom/Ibram

Museu Imperial abre inscrições para seminário sobre D. Pedro II

Para comemorar os 190 anos do nascimento de d. Pedro II, o Museu Imperial/Ibram promoverá em Petrópolis (RJ), entre os dias 2 e 4 de dezembro, o seminário D. Pedro II: História e Memória, que contará com a presença de historiadores e especialistas ministrando palestras que visam difundir entre o público trabalhos em torno do pensamento e da memória do imperador.

Com curadoria de Maria de Fátima Moraes Argon e Alessandra Fraguas, o seminário contemplará dois eixos temáticos: História: d. Pedro II e o desenvolvimento das ciências no Brasil e Memória: a construção e a reabilitação da memória do imperador. O objetivo é divulgar estudos pautados em novos recortes temáticos e novas abordagens historiográficas, que permitam a reflexão crítica sobre o Segundo Reinado e, especialmente, sobre a trajetória de d. Pedro II.

Serão oferecidas 80 vagas. Os interessados em participar do seminário podem fazer as inscrições on-line até o dia 20 de novembro, gratuitamente, no site do Museu Imperial.

Sobre as curadoras

Maria de Fátima Moraes Argon é graduada em História (1982) e Arquivologia (1986) e pós-graduada em História do Brasil (2009), além de ser autora de diversos artigos e publicações sobre a Família Imperial e História de Petrópolis. É pesquisadora do Museu Imperial, tendo coordenado projetos como a organização de publicações técnicas, seminários e exposições. É Associada Titular do Instituto Histórico de Petrópolis e Sócia Correspondente da Academia Valenciana de Letras.

Alessandra Bettencourt Figueiredo Fraguas é graduada em Licenciatura em História pela Universidade Católica de Petrópolis (2008) e em Bacharel em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1994). Possui experiência em pesquisa em acervo histórico e artístico. Participou de projetos relacionados ao acervo histórico do Museu Imperial, onde também trabalhou como Técnica em Acervo do Projeto de Digitalização do Acervo do Museu Imperial – DAMI. É Associada Titular do Instituto Histórico de Petrópolis.

Mostra “Mário de Andrade e seus dois pintores” chega ao Museu Lasar Segall

mario_e_seus_dois_pintoresO Museu Lasar Segall/Ibram abre no sábado, dia 08 de agosto, às 17h, a exposição Mário de Andrade e seus dois pintores: Lasar Segall e Candido Portinari. A mostra teve temporada carioca no Museu Chácara do Céu até dia 27 de julho. Sob a curadoria de Anna Paola Baptista, a mostra é uma celebração de mais de duas décadas de admiração e amizade entre Mário de Andrade (1893 -1945) e os dois artistas. O evento ainda homenageia os 70 anos de falecimento de Mário de Andrade, completados este ano.

O contexto em que se ancora a exposição Mário de Andrade e seus dois pintores: Lasar Segall e Candido Portinari é o de um cenário de mudanças no meio artístico nacional. Entre a década de 1920 e meados da década de 1940 assiste-se ao nascimento e sedimentação da arte moderna no Brasil. O eixo curatorial acompanha este percurso desde as primeiras lutas contra a arte chamada “passadista” (identificada com o parnasianismo na literatura e o academicismo nas artes plásticas), quando Segall (1891-1957) fixa-se no Brasil sendo logo acolhido nas hostes modernas, e prossegue com a segunda geração modernista, da qual Portinari (1903-1962) foi o principal expoente. Nesse momento, o moderno já havia adquirido algum lastro e infiltrava-se nas instituições, apesar do público geral ainda mostrar resistência.

Para Mário de Andrade, Segall e Portinari passaram a ser seus “dois pintores”, não só porque melhor capturaram o escritor em tela, mas porque eram, em sua opinião, “os que contavam mesmo” na cena cultural brasileira. E ele passaria a viver entre os dois na medida em que se desenvolveu uma extrema polarização entre Segall e Portinari no âmbito do mundo artístico brasileiro.

Segundo a curadora, Anna Paola Baptista, “a rivalidade entre os dois artistas, se não era certamente promovida ou causada por Mário de Andrade, com certeza passava também por ele, que tentava administrá-la, por vezes mitigando, por vezes fustigando. Com exceção de considerações tecidas acerca dos seus dois retratos (e estas somente em cartas para amigos), Mário jamais escreveu crítica comparativa da obra dos artistas. Mas o fato é que se sentia irremediavelmente colhido na rede de intrigas e partidarismos que ele afirmava o enojar. ”

A exposição é composta por 50 obras de Lasar Segall e Candido Portinari, produzidas entre 1913 e 1943, pertencentes a coleções institucionais e particulares. Elas foram selecionadas com o intuito de criar um panorama da arte dos dois pintores a partir das impressões tecidas na crítica de arte e da relação pessoal que o escritor mantinha com ambos. São, portanto, as ideias e opiniões de Mário de Andrade que guiam o percurso das obras e sua distribuição em pequenos conjuntos. Também são de sua autoria os comentários que acompanham cada um dos trabalhos da exposição.

Algumas obras-primas estarão reunidas na mostra como as telas, e “A Barca” (1941), “Espantalho” (1940) de Portinari; e “Os eternos caminhantes” (1919), “Bananal” (1927), de Lasar Segall, e os icônicos retratos de Mário de Andrade, pertencentes ao Instituto de Estudos Brasileiros (IEB), pintados por Segall, em 1927 e por Candido Portinari, em 1935.

Segundo Vera de Alencar e Jorge Schwartz, respectivamente diretores dos Museus Castro Maya e Lasar Segall, “Durante as décadas de 1920-1940, Lasar Segall e Candido Portinari figuraram como dois dos mais relevantes pintores do panorama cultural brasileiro. Eles encarnaram o ideal de artista proposto por Mário de Andrade e com ele partilharam laços de sociabilidade. Seu foco nessas duas grandes personalidades fez com que por ele fossem chamados de ‘meus dois pintores’, o que nos levou a prestar essa homenagem ao autor de Macunaíma. Ela procura traduzir os vários momentos dessa amizade. As obras selecionadas ficam ainda mais significativas quando se tem o privilégio de observá-las juntas, oferecendo, assim, uma representação do trabalho de três dos mais importantes atores de nosso cenário artístico moderno”.

No dia da abertura da exposição estará disponível para venda o catálogo Mário de Andrade e seus dois pintores: Lasar Segall e Candido Portinari, com apresentação dos diretores Vera de Alencar e Jorge Schwartz, respectivamente diretores dos Museus Castro Maya e Lasar Segall, e texto da curadora Anna Paola Baptista, e de Guilherme Bueno. Edição Museus Castro Maya, com 120 páginas, papel couché fosco 170g/m2. O valor é de R$ 60,00, no dia da abertura da mostra o catálogo poderá ser adquirido com 30% de desconto.

Texto: Ascom Museu Lasar Segall

Saiba como foi a abertura do 6º Fórum Nacional de Museus

Ministra interina da Cultura, a paraense Ana Cristina Wanzeler na abertura do FNM 2014

Ministra interina da Cultura, a paraense Ana Cristina Wanzeler na abertura do FNM 2014

Teve início nesta segunda-feira (24), em Belém (PA), o 6º Fórum Nacional de Museus (FNM).

Museólogos e outros profissionais do setor, gestores, pesquisadores, estudantes e militantes do campo da memória participaram da cerimônia da abertura do evento bianual, que acontece até o dia 28, no Hangar, com o tema Museus Criativos.

A mesa de abertura contou com a participação da ministra interina da Cultura, Ana Cristina Wanzeler; do presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Angelo Oswaldo; do secretário de Economia Criativa do MinC, Marcos André Carvalho, entre outras representantes das áreas da cultura, museus e memória do Brasil.

Em sua fala, o presidente do Ibram disse que o FNM se constitui num momento de encontro de um setor mobilizado que carrega a responsabilidade por um “desejo de memória” latente na sociedade brasileira.

Oswaldo lembrou a importância da revisão do Plano Nacional Setorial de Museus (PNSM), além da realização, pela primeira vez integrada à programação oficial do fórum, da IV Teia da Memória, encontro de Pontos de Memória e iniciativas de museologia social de todo o Brasil. Saiba mais.

O Conselho Federal de Museologia fez a entrega de medalhas ontem (24)

O Conselho Federal de Museologia fez a entrega de medalhas ontem (24)

A entrega da Medalha do Mérito Museológico, concedida pelo Conselho Federal de Museologia (Cofem), também teve lugar na abertura do FNM 2014.

Receberam as menções honrosas três cursos de graduação em Museologia, três instituições museológicas e três personalidades com contribuições relevantes ao setor. Saiba para quem foram as honrais e leia mais sobre a abertura no blogue do 6º FNM.

Texto e fotos: Ascom/Ibram

Ministra da Cultura abre 6º Fórum Nacional de Museus hoje (24) em Belém

A movimentação do primeiro dia: credenciamento, minicursos e abertura oficial

A movimentação do primeiro dia: credenciamento, minicursos e abertura oficial

Na noite de hoje (24) a ministra interina da Cultura, Ana Cristina Wanzeler, participa da abertura oficial da sexta edição do Fórum Nacional de Museus (FNM), em Belém (PA), ao lado do presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Angelo Oswaldo, do secretário de Economia Criativa do Ministério da Cultura, Marcos Andre Rodrigues, e de autoridades locais.

A cerimônia começa às 19h, no Hangar, e conta ainda com a entrega da Medalha do Mérito Museológico do Conselho Federal de Museologia (Cofem), a personalidades e instituições, a apresentação do violonista Salomão Habib e a primeira conferência do evento, ministrada por Angelo Oswaldo e Marcos Andre, com o tema Museus criativos: experiências e práticas inovadoras nos museus.

Ao longo do primeiro dia do FNM acontecem seis minicursos, a sequência da IV Teia da Memória, o encontro nacional do Programa Nacional de Educação Museal, o início do processo da votação para representantes de museus e memória no Conselho Nacional de Políticas Culturais (CNPC), além de reuniões paralelas. Confira a programação completa.

Na mesa de abertura, presidente do Ibram anunciou solução do Governo do Rio ao Museu da Maré

Na mesa de abertura da Teia da Memória 2014, o presidente do Ibram anunciou solução do Governo do Rio para o Museu da Maré

O evento bianual que congrega os setores de museus e memória teve sua primeira edição em 2004 e chega a 10 anos de existência neste ano, acontecendo pela primeira vez na região Norte. Saiba mais.

Teia da Memória 2014
Foi aberta neste domingo (23), no Museu Paraense Emílio Goeldi,  a IV Teia da Memória – atividade integra ao 6º Fórum Nacional de Museus.

O pontapé inicial do encontro, que durante três dias reúne representantes de Pontos de Memória e outras iniciativas de memória e museologia social de todo o Brasil, se deu com a mesa-redonda Reflexões sobre conceitos-chave da museologia social no contexto internacional. Leia mais.

O presidente do Ibram aproveitou a oportunidade para anunciar o resultado das conversas com o Governo do Estado do Rio de Janeiro para a continuidade do Museu da Maré.

A iniciativa pioneira de museologia social no Brasil vem resistindo a uma ameaça de despejo por conta do fim do contrato de cessão do terreno em que está localizado. O governo estadual deverá pedir a desapropriação da área em favor do museu.

O público que lotou o auditório do Museu Goeldi – um dos mais antigos do país, fundado em 1866 – assistiu ainda a apresentação lítero-musical do Grupo Abrapalavra, do Ponto de Memória Pompéu (MG).  Ao final, pode ainda acompanhar a atividade Trilha da MemóriaLeia mais sobre a abertura da IV Teia da Memória.

Textos e fotos: Ascom/Ibram

Arte sacra: Tiradentes (MG) ganha novo museu amanhã (19)

Amanhã (19), a cidade de Tiradentes (MG) será palco da abertura de um museu dedicado exclusivamente a imagens de Sant’Ana – a mãe de Maria e avó de Jesus na iconografia católica.

Quase 300 imagens passam a ocupar a antiga Cadeia Pública da cidade, prédio histórico readequado para receber o acervo sacro arregimentado por décadas pela colecionadora Angela Gutierrez, presidente do Instituto Cultural Flávia Gutierrez (ICFG) – responsável pela gestão do novo museu.

Imagem de Sant'Ana Mestra

Imagem de Sant’Ana Mestra: Pernambuco, século XVIII

A exemplo do Museu do Oratório, em Ouro Preto, e do Museu de Artes e Ofícios, em Belo Horizonte, a coleção será doada ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no ato da inauguração, com reserva de usufruto ao ICFG por 30 anos.

A cerimônia conta com a presença da ministra da Cultura, Marta Suplicy. Participam ainda a presidente do Iphan, Jurema Machado, os presidentes do Instituto Brasileiro de Museus, Angelo Oswaldo, e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho.

Antes da abertura do novo museu, às 17h, os convidados visitam a Igreja Matriz de Santo Antônio e o Chafariz de São José, assim como participam de um cortejo que tem início na Rua Direita e segue até o Museu de Sant’Ana.

O acervo
As peças são obras brasileiras de diversas regiões do país: eruditas e populares, dos mais variados estilos e técnicas, produzidas, em sua maioria, por artistas anônimos, entre os séculos XVII e XIX, em materiais diversos.

No local, estão as diversas representações de Ana, de acordo com a região, o período, o material, a mão do Santeiro e também referências da cidade de Tiradentes e da cadeia onde o museu está instalado.

Além das salas de exposição, o museu conta com o espaço Largo de Sant’Ana, aberto para convivência e adequado para recepção de eventos, além de ser acessível para pessoas com deficiência. O museu funcionará de quarta a segunda-feira, de 10h às 19h, e a entrada inteira custa R$ 5. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (32) 3355.2798.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Museu de Sant’Ana/divulgação

Semana de Museus 2014: presidente do Ibram participa de eventos em MG e RJ

A 12ª Semana de Museus será aberta pelo presidente do Ibram, Angelo Oswaldo, no domingo (11), na cidade histórica de Congonhas (MG), com uma palestra, seguida da Série de Concertos Coloniais com o Coral Cidade dos Profetas.

AngeloOswaldo

Presidente do Ibram participa de eventos em Minas Gerais e Rio de Janeiro na próxima semana

Oswaldo também faz visita às obras de implantação do Museu de Congonhas. Ao longo da semana, pela primeira vez a futura instituição ganhará as ruas da cidade histórica em palestras, concursos educativos, lançamentos de livros e exposições, adiantando a possibilidade de futuras conexões.

A agenda oficial do presidente ainda conta com um evento no Museu de Artes e Ofícios (MAO), em Belo Horizonte e uma visita ao Museu de Arte Contemporânea (MAC), na cidade de Niterói (RJ).

Na ocasião será assinado um termo de cooperação entre o Ibram, a Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro e a Fundação de Arte de Niterói para a elaboração do estudo preliminar de reserva técnica compartilhada de acervos museológicos dos museus de Arte Contemporânea, Arqueologia de Itaipu, História e Arte do Rio de Janeiro e Museu Antonio Parreiras.  A criação do Sistema Municipal de Museus de Niterói também será formalizada no evento.

Este ano, a Semana de Museus reúne 1.337 instituições, que realizam mais de quatro mil atividades durante o mês de maio. O tema proposto pelo Conselho Internacional de Museus (Icom), para comemorar o Dia Internacional de Museus (18 de maio) em 2014, Museus: coleções criam conexões, estimula a valorização do colecionismo e a interação entre acervos públicos e privados no campo das realidades culturais do país.

Para Angelo Oswaldo, os números mostram o dinamismo do campo museológico brasileiro: “são mais de quatro mil ações que movimentarão o campo cultural brasileiro ao longo do mês de maio, trazendo, inclusive, reflexos positivos na economia”. Confira a programação completa do evento nacional por estado da federação.

Texto e foto: Ascom/Ibram

Ibram lança tema e abre inscrições para a 12ª Semana de Museus

Atividade do Museu do Ouro/Ibram em Sabará (MG) durante a 10ª Semana de Museus (2012)

Estão abertas a partir desta sexta-feira (29), as inscrições para museus e centros culturais interessados em participar da 12ª Semana de Museus.

A temporada de eventos, que celebra o Dia Internacional dos Museus (18 de maio), acontecerá de 12 a 18 de maio de 2014, com o tema Museus: as coleções criam conexões.

Como de costume, o tema da edição do próximo segue o mote do Dia Internacional dos Museus, definido pelo Conselho Internacional de Museus (Icom). A escolha para 2014 lembra que os museus são instituições vivas que ajudam a criar vínculos entre visitantes, gerações e culturas ao redor do mundo.

Exposições, seminários, oficinas, debates, visitas mediadas, exibição de filmes, espetáculos de teatro, dança e música são alguns exemplos de eventos que podem ser promovidos pelos museus participantes durante o período. As inscrições podem ser feitas pela internet, até o dia 7 de fevereiro, na plataforma criada pelo Ibram.

Criado em 1977 pelo Icom, o Dia Internacional de Museus tem como objetivo sensibilizar sobre o papel dos museus no desenvolvimento da sociedade. O Brasil é considerado um dos países que mais celebram a data.

A edição 2013 da Semana Nacional de Museus envolveu mais de 1,2 mil museus e contou com 3.910 eventos em 535 municípios brasileiros. Saiba dos resultados em pesquisa realizada pelo Ibram.

Texto e foto: Ascom/Ibram

Museu Histórico Nacional inaugura duas exposições nesta terça-feira (9)

Nesta terça-feira (9), às 12h30, o Museu Histórico Nacional (MHN), que integra a estrutura do Ibram/MinC, abre ao público duas exposições: A Arte Entre Quatro Olhares e A Arte à Serviço da Fé – Tesouros do Museu Histórico Nacional.

Em A Arte Entre Quatro Olhares, a busca constante por respostas aos desafios da modernidade é colocada a partir das particularidades do olhar feminino, retratadas em cada peça exposta a partir do talento das artistas Alice Pittaluga, DAJA, Mabel e Teresa Oliveira. A arte é enfocada por essas quatro visões, todas elas com interpretações que misturam linhas, curvas, formas, cores, luzes e sombras, gerando um conjunto harmônico que eterniza o movimento em singulares esculturas e pinturas. 

 Já a mostra A Arte à Serviço da Fé – Tesouros do Museu Histórico Nacional reúne 390 peças da vasta coleção de arte sacra do MHN, entre as quais estão pinturas, esculturas em madeira e marfim, oratórios  e objetos da Capela Imperial.

Coleção de marfins religiosos

Abrem a exposição três esculturas em marfim – duas imagens de São Francisco de Assis (1182-1226) e uma de São Francisco Xavier (1506-1552), em uma homenagem ao Papa Francisco. Essas três esculturas fazem parte de uma coleção única no gênero no mundo, não apenas pela quantidade de peças (572 exemplares) como pela qualidade das mesmas, da qual o público terá a oportunidade de conhecer inúmeros exemplares na exposição.

Da Capela Imperial do Paço de São Cristóvão, os visitantes poderão apreciar o frontão do altar em madeira policromada, um conjunto de  toucheiros, cálice, custódia e sacras em prata.

 A coleção de marfins religiosos hoje pertencente ao acervo do Museu Histórico Nacional  foi formada entre os anos de 1919 e 1930 por José Luiz de Souza Lima, que a penhorou à Caixa Econômica em 1933 sem nunca tê-la resgatado.

Em 1940, em decisão histórica, o Presidente Getúlio Vargas abriu crédito especial e autorizou o pagamento à Caixa Econômica Federal, resgatou a coleção e a doou ao Museu Histórico Nacional.

Visitação

O MHN fica na Praça Marechal Âncora s/nº (próximo à Praça XV), no Rio de Janeiro. A visitação às duas exposições está aberta de terça a sexta-feira, das 10h às 17h30. Sábados, domingos e feriados, das 14h às 18h.

Mais informações podem ser conseguidas na página do Museu, pelo telefone (21) 2550.9220 ou pelo e-mail mhn.comunicacao@museus.gov.br.

Texto: Divulgação Museu Histórico Nacional (Ibram/MinC)

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