Olhar feminino: Museu da Abolição inaugura exposição de gravuras em PE

Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher Afro-latino-americana e Caribenha e ao Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra, o Museu da Abolição (MAB), em Recife (PE), inaugura na sexta-feira (25), a partir das 18h, a exposição Oficina Guaianases de Gravuras: o olhar Feminino.

A gravura Paisagem de Olinda, de Maria Carmem, integra a mostra do Museu da Abolição

Sob a curadoria do artista plástico Rinaldo Silva, a mostra vai trazer obras de um dos movimentos artísticos mais significativos e duradouros do estado de Pernambuco, com repercussão nacional – a Oficina Guaianases de Gravuras – que tem em seu acervo a importante participação de mulheres artistas.

Realizada em parceria com o Departamento de Teoria da Arte e Expressão Artística da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), a exposição traz obras de Guita Cherifker, Inalda Xavier, Isa Pontual, Jeanine Uchoa, Maria Carmem, Marisa Lacerda, Marisa Varella, Teresa Pacomio, Tereza Costa Rego, Ana Lisboa, e Liliana Dardot, dentre outras.

“Revela-se um recorte de gênero nas autorias, onde a poética feminina está em cada canto das imagens trabalhadas”, explica Rinaldo Silva. Forjadas em pedras litográficas, as gravuras, segundo o curador, remetem a prazeres culinários, com “composições visuais que nos saciam a fome de ver”.

A exposição ficará aberta ao público a partir do sábado (26) até o dia 30 de setembro, e pode ser vista de segunda à sexta-feira, das 9h às 17h, e aos sábados, das 13h às 17h. O Museu da Abolição localiza-se à Rua Benfica, nº 1150, no bairro de Madalena, em Recife (PE). Outras informações através do endereço eletrônico mab@museus.gov.br ou pelo telefone (81) 3228.3248.

Texto e imagem: Divulgação Museu da Abolição

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Um comentário para “Olhar feminino: Museu da Abolição inaugura exposição de gravuras em PE

  1. Importante momento em divulgar obras constituídas a décadas passadas, confeccionadas por artistas plásticas gravadores, de altíssima estirpe técnica com um acervo bastante significativo para a arte pernambucana, por quê não dizer brasileira, onde retrata paisagens, formas, pessoas, expressões impregnadas nas entranhas do dia a dia cotidiano da nossa sociedade. A então litografia, tentáculo gráfico que migrou através dos operários das artes plásticas democratizando o acesso a obtenção de uma obra de artista de grandes quinhões, por um preço mais acessível, em Pernambuco na vã guarda produzidas na Oficina Guaianases de Gravura.

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