Ibram recebe Museu das Bandeiras após reforma do Iphan

Após a reforma, Museu das Bandeiras ganhará nova expografia

Após a reforma, Museu das Bandeiras ganhará nova expografia

Fechado ao público há nove meses, por conta de obras de restauração, o Museu das Bandeiras, localizado em Goiás (GO), será reentregue ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), no domingo (2), pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

A intervenção incluiu a execução de ações emergenciais (cobertura e drenagem), essenciais (estabilização e revisão estrutural, revisão das instalações, adequação das instalações de detecção e combate ao incêndio, substituição de reboco e repintura) e serviços estratégicos como a elaboração de projetos executivos de restauração.

As obras, que proporcionaram ao museu condições adequadas para a guarda do acervo e atendimento ao público, foram realizadas pela empresa Marsou Engenharia e contratadas pelo valor de R$ 798.750,92. Antes de ser reaberto à visitação do público, o museu ainda passará por revisão expográfica a cargo do Ibram.

Criado em 1954, o Museu das Bandeiras está situado no edifício que sediava a Casa de Câmara e Cadeia da antiga Vila Boa de Goyaz. Construído em 1766, o prédio foi tombado pelo Iphan ainda em 1951, como exemplo da arquitetura civil portuguesa.

Museu de Arte Sacra também será reformado pelo Ibram em parceria com Iphan

“A entrega desta obra representa o compromisso do Ibram, do Iphan e do Ministério da Cultura com a cidade de Goiás, que é um patrimônio nacional”, esclarece o presidente do Ibram, Ângelo Oswaldo.

Boa Morte
Finalizada a intervenção física no Museu das Bandeiras, será a vez de o Museu de Arte Sacra, localizado na Igreja de Nossa Senhora da Boa Morte, entrar em obras.

O Ibram e o Iphan já assinaram termo para a execução de serviços que incluem ações tanto emergenciais quanto serviços essenciais. Será ainda contemplada a elaboração de projeto executivo de restauração.

A Igreja de Nossa Senhora da Boa Morte foi construída em 1779 e tombada pelo Iphan em 1950. Com elementos característicos do barroco, passou a sediar o Museu de Arte Sacra da Boa Morte em 1968. O museu abriga mais de 900 peças de origem portuguesa e telas com temas religiosos.

Texto: Divulgação Iphan
Edição: Ascom/Ibram
Fotos: Iphan (foto 1) e divulgação (foto 2)

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