Ibram presta homenagem à museóloga Radha Abramo e ao artista León Ferrari

A Ministra da Cultura, Marta Suplicy, divulgou nota de pesar pelo falecimento ontem (24), aos 85 anos, da históriadora, museóloga e crítica de arte, Radha Abramo, que “deixou sua marca no panorama das artes brasileiras”. “Lamento a doença e a perda de Radha e me solidarizo com sua família neste momento de dor”, disse a ministra.

Associando-se à manifestação de Marta Suplicy, o presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC), Angelo Oswaldo, expressou solidariedade à família de Abramo.

Radha Abramo foi membro da Comissão Teotônio Vilela, Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA), Internacional Council of Monuments and Sites (Icomos/Brasil) e do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo. Atuou destacadamente em São Paulo e trabalhou na organização e conservação dos acervos dos palácios do governo estadual, entre outras realizações no campo da cultura.

León Ferrari
O Ibram lamenta também a morte do artista plástico argentino León Ferrari, que faleceu hoje (25), aos 92 anos, em Buenos Aires (Argentina).

Ferrari ficou reconhecido em todo o mundo por sua atitude irreverente e por suas denúncias contra o poder e a intolerância. Exilou-se no Brasil durante a ditadura militar argentina. Entre suas obras mais conhecidas estão Homenaje a Vietnam (1966), Palabras ajenas (1966), Tucumán arde (1968) e Malvenido Rockefeller (1969).

Texto: Ascom/Ibram

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