Brasil segue na lista de exposições mais visitadas no mundo em 2017

Três exposições brasileiras aparecem no ranking das mais visitadas no mundo ano passado, de acordo com levantamento realizado anualmente pela publicação de arte em língua inglesa The Art Newspaper.

Los Carpinteiros (CCBB Rio) entrou na lista das exposições de arte contemporânea mais visitadas no mundo ano passado

Los Carpinteiros (CCBB Rio) entrou na lista das exposições de arte contemporânea mais visitadas no mundo ano passado

O Brasil ocupa a sexta posição geral da lista com as 20 mostras mais visitadas com Mondrian e o movimento De Stijl, que esteve em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) do Rio de Janeiro (RJ), entre outubro de 2016 e janeiro de 2017, com público total de 516 mil pessoas – média diária de 6,6 mil visitantes.

Com o recorte de exposições de arte Pós-Impressionista e Moderna, a mesma ocupa o segundo lugar entre as dez mais – perdendo apenas para uma exposição na Fundação Louis Vuitton em Paris (França).

O CCBB Rio, com o recorte mostra Temática, emplacou também um quarto lugar, entre as 10 mais vistas, com A figura humana na Coleção Masp, com mais de 217 mil visitantes – média superior a 4 mil por dia.

Los Carpinteros: objeto vital, outra exposição do mesmo centro cultural, aparece em oitavo lugar entre as 10 mais visitadas com o tema Arte Contemporânea. No total, foram mais de 351 mil visitantes, com média de 4,4 mil visitas diárias.

Segundo a publicação, houve uma ampliação geográfica na lista das 20 exposições mais visitadas em relação aos resultados do ano anterior (2016). “Brasil, Reino Unido e Taiwan têm tradicionalmente dominado a lista. Mas, em 2017, vemos Espanha, França e Austrália entrando na briga”.

Ano passado, lembra ainda, o Brasil ocupou os três primeiros lugares do Top 20. Confira a reportagem completa (em inglês).

Os dados do Brasil são fornecidos pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) para a publicação The Art Newspaper desde 2010. Como interlocutor do jornal com os museus brasileiros, o Ibram traduz e divulga a pesquisa, coleta e envia as informações dos museus participantes para a publicação.

Texto: Ascom/Ibram
Imagem: CCBB/Divulgação

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